Desistir...
Quando nos deparamos com a notícia de que alguém desistiu de viver, sempre nos perguntamos qual a razão para que a pessoa tenha chegado a tal ponto.
Eu costumo me colocar no lugar da pessoa. O que me faria desistir?
Nos dias atuais, a total descrença em um futuro melhor para o país, é algo que me faria desistir. Ver que não conseguirei durante muito tempo dar uma vida melhor aos meus filhos, me faria desistir. Não ter uma educação e uma saúde pública decente, me faria desistir.
Ultimamente, sentindo a dor do outro, acompanhando o país piorar cada vez mais para a população mais pobre, às vezes me faz pensar em desistir.
Os dias têm ficado cada vez mais sombrios, nós que estamos na base da pirâmide temos sentido na pele, os efeitos de um país corrupto e que tem tratado os mais pobres, assim como eu, como seres que não existem. Nossas dores não importam, nossos medos não importam, nossa saúde, moradia, alimentação e lazer não importam.
Até quando suportaremos viver com tão pouco, até quando olharemos para os nossos filhos e suportaremos dizer que as nossas batalhas diárias não tem rendido os frutos que tanto sonhamos, simplesmente porque o nosso país não nos dá oportunidade. Simplesmente, porque ainda somos considerados massa de manobra.
Continuamos lutando, mas até quando?
Para alguns a luta continua todos os dias, mesmo quando o que nos sinaliza no horizonte não nos traz nenhuma esperança. Outros não suportam a dor que lhe toma o coração, todas as manhãs, todas as noites e todas às vezes que se olha nos olhos de um filho ou mesmo nos olhos de um amigo.
Assim tem sido a vida, assim temos vivido ou apenas desistido.
Eu costumo me colocar no lugar da pessoa. O que me faria desistir?
Nos dias atuais, a total descrença em um futuro melhor para o país, é algo que me faria desistir. Ver que não conseguirei durante muito tempo dar uma vida melhor aos meus filhos, me faria desistir. Não ter uma educação e uma saúde pública decente, me faria desistir.
Ultimamente, sentindo a dor do outro, acompanhando o país piorar cada vez mais para a população mais pobre, às vezes me faz pensar em desistir.
Os dias têm ficado cada vez mais sombrios, nós que estamos na base da pirâmide temos sentido na pele, os efeitos de um país corrupto e que tem tratado os mais pobres, assim como eu, como seres que não existem. Nossas dores não importam, nossos medos não importam, nossa saúde, moradia, alimentação e lazer não importam.
Até quando suportaremos viver com tão pouco, até quando olharemos para os nossos filhos e suportaremos dizer que as nossas batalhas diárias não tem rendido os frutos que tanto sonhamos, simplesmente porque o nosso país não nos dá oportunidade. Simplesmente, porque ainda somos considerados massa de manobra.
Continuamos lutando, mas até quando?
Para alguns a luta continua todos os dias, mesmo quando o que nos sinaliza no horizonte não nos traz nenhuma esperança. Outros não suportam a dor que lhe toma o coração, todas as manhãs, todas as noites e todas às vezes que se olha nos olhos de um filho ou mesmo nos olhos de um amigo.
Assim tem sido a vida, assim temos vivido ou apenas desistido.
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